sábado, 7 de Novembro de 2009

Adivinha: É a 2ª em área, a 3ª em nº de eleitores e a 5ª em orçamento, qual é ilha, qual é ela?

Foto adaptada de

O Plano e Orçamento do Governo Regional para 2010 não será o primeiro, mas sim o sexto, consecutivo, no qual à segunda maior ilha em área, e terceira em número de eleitores, corresponderá apenas o quinto valor em termos de verbas orçamentais.

Perante este cenário, só nos apetece dizer que se o Governo Regional não quer ser lobo, então não lhe vista a pele.

Pois, como consequência, os picoenses não terão direito aos cuidados médicos que merecem.
Os alunos das Lajes continuarão a frequentar a pior escola secundária da região, em termos de instalações.

E claro, as obras estruturantes nos portos e aeroporto ficarão a marcar passo. Para não falar nos fundos que, a pretexto da coesão, não estimularão as nossas empresas.

Assim, sob a capa de gajo porreiro que é amigo cá da malta, César tudo faz para ser considerado o governante que mais penalizou o Pico na atribuição de fundos essenciais ao seu desenvolvimento.

Desde a época histórica dos todo-poderosos capitães donatários que não sofremos comparável ultraje.

Sim, porque se há dinheiro para a construção das megalómanas Portas do Mar, assim como para a multiplicação de cais de cruzeiros nas ilhas ex-capitais de distrito, como é que não há para as obras estruturantes do Pico?

Estará a haver desmando nas prioridades governativas?

O Conselho de Ilha do Pico, órgão plural, de diferentes orientações políticas, foi unânime em chumbar a ante proposta do Plano e Orçamento para 2010, apenas com uma abstenção.

Penso que além de dar parecer, seria útil que todos os nossos conselheiros sensibilizassem os picoenses, através de artigos de opinião na imprensa local, sobre quão grave é manutenção desta situação.

Pois ainda estamos a tempo de melhorar substancialmente esta proposta.
A não ser que consideremos ter como fado o agravamento do atraso em relação ao Faial e S. Jorge.

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Cooperação Institucional em S. Roque do Pico - todos ganhamos


O Governo Regional dos Açores deverá adjudicar durante o mês de Novembro o projecto de requalificação paisagística e urbanística do Museu da Indústria Baleeira de São Roque.


O projecto da autoria do arquitecto Rui Pinto já foi lançado a concurso público esperando-se que durante os próximos dias seja conhecido o nome da empresa que irá executar os trabalhos.

Notícia retirada daqui

segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

No país dos agachadinhos



Portugal é um país sui generis. Os primatas que cá nascem andam de pé como o homo sapiens. Interiormente, contudo, quase todos vivem agachadinhos.

Basta sentirem que alguma coisa que digam ou façam os pode prejudicar na sua vidinha e zás: do peito dos bravos lusitanos salta logo o “homo agachadinhus” que trazem dentro deles.

Mas o pior de tudo é desagradar aos padrinhos.
Isso é que nunca! Jamais!
As consequências podem ser terríveis e muito duradouras.

Os sinais da má formação congénita são os seguintes:
quem devia falar, não fala;
quem devia escrever, não escreve;
quem devia opinar, não opina.
Quem devia demitir-se, não se demite.
Nem todos, contudo, sofrem do mal. (...)

In No país dos Agachadinhos de N Santos, Expresso de 31 de Outubro de 2009

quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

A Horta e o naufrágio (já anunciado)


Foram encontrados vestígios do naufrágio ocorrido no sec. XVII, os quais vêm demonstrar, especialmente aos mais incrédulos, que a Horta já foi uma cidade importante e estratégica - foi anunciado.

Esta importante descoberta foi feita por arqueólogos do Centro de História "Além-Mar", que recolheram, pela primeira vez, não apenas as presas de marfim, mas também a totalidade destes animais africanos, os quais apresentam a particularidade de serem todos de cor branca.

Alguns destes paquidermes brancos encontram-se em perfeito estado de conservação. Tal qual os pudéssemos encontrar por aí, terão os arqueólogos afirmado.

Outra das peculiaridades apresentadas por estes mamíferos brancos, prende-se com as marcas exibidas na sua pele.
Assim, os animais que trazem a marca em forma de asa poderão ter origem em Castelo Branco, local conhecido pelo desaproveitamento de avultadas verbas na construção de megalomanias.

Os proboscídeos brancos que trazem a marca de língua poderão ter pertencido a uma sumptuosa Assembleia que só serviu alguns, suspeita-se.

Por sua vez, os mastodontes brancos com a marca de âncora eram utilizados, supostamente, no transporte de passageiros provenientes de um dos três cais de cruzeiros a construir nestas ilhas.
Estes animais brancos são os que se apresentam mais anafados, muito provavelmente devido à falta de clientes que previsivelmente ocorreu.

Outra descoberta intrigante prende-se com a elevada quantidade de cachimbos encontrados no fundo do mar da baía, o que leva a supor que nem todos tiveram origem exógena, e que, muito provavelmente, a Horta há muito se afirmou como espaço recreativo.

Há também o enigma por desvendar, de só as garrafas de verdelho do Pico, habitualmente transaccionadas nestas escalas, se encontrarem vazias.
As outras, como as de vinho do Varadouro ou da Caloura permanecem invioláveis.
Até hoje!!!

Assim, dada a riqueza deste achado, pensamos que estes objectos devem ser incorporados num núcleo museológico a edificar no Faial, que conte a todos a importância passada da cidade da Horta, assim como da dos numerosos artefactos (muitos dos quais ainda por descobrir) que contribuíram (e contribuem) para a sua história.

domingo, 25 de Outubro de 2009

Impostos, armas e mentiras


"Estado não cobrou 2,3 mil milhões a fabricantes de armas"

A notícia refere-se às contrapartidas relativas a megacontratos de compra de armamento pelo Ministério da Defesa, por efectivar em 80%.

À primeira, dava para pensar qualquer coisa como: aconteceu alguma coisa de especial?
E como em Portugal se fala sempre em dinheiro do Estado, em vez de "dinheiro dos contribuintes", e se vê a verdade do aforismo "o que é de todos não é de ninguém", haveria igualmente a tentação de dizer aos botões: mas o que é que eu tenho a ver com isto?

Mas a questão é que o dinheiro é mesmo da comunidade, e os nossos estimados representantes agem sem perturbações ou responsabilização, sabendo todos que se estivéssemos num negócio privado, ou iam todos para a rua ou o empreendimento seguia rapidamente para a falência.

E isto passa-se consecutivamente ao longo dos anos - diz também a notícia.

Alguém acha mesmo que o País vai a algum lado?

Notícia retirada daqui

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Regata à vela de botes baleeiros -Terra do Bom Jesus

domingo, 18 de Outubro de 2009

Os misteriosos inquéritos sobre saúde e a aparição de nova cruz sobre a montanha

(Clique na imagem, caso deseje ampliá-la)

Os utentes têm uma opinião maioritariamente positiva dos centros de Saúde da Região, de acordo com um estudo elaborado pela secretaria regional da Saúde.

O trabalho destina-se a identificar o grau de satisfação das pessoas relativamente ao desempenho dos Centros de Saúde, no sentido de se adoptarem estratégias de actuação mais eficazes.

Em termos de organização geral os resultados apontam para uma classificação global de boa (40%) e muito boa (13,2%), apresentando poucas classificações de muito fraca (3,9%).

No tocante ao atendimento as classificações são também positivas, variando maioritariamente entre boa (42.4%) e muito boa (12.1%).
O aspecto mais positivo é o atendimento telefónico e o mais negativo é o tempo para obtenção de consulta e de espera para ser consultado.

Relativamente aos serviços médicos estes são classificados primordialmente como bons (40.9%) e muito bons (15.6%).

No que respeita aos serviços de enfermagem os utentes inquiridos classificam-nos maioritariamente como bons (46.2%) e muito bons (26.5%).

Neste estudo, os utentes também identificaram os pontos a melhorar, entre os quais referem o aumento do número de médicos, a redução dos tempos de obtenção de consulta e espera e melhoria dos espaços e equipamentos.

Notícia retirada daqui