quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Circuito virtual às ilhas do triângulo – Açores

Foto retirada de airpico

1º dia
Viaje directamente para o Pico, a partir de Lisboa.
Para conseguir lugar no voo, insista com a menina da TAP, pois ela dir-lhe-á que o voo já está esgotado. Como constatará, afinal, é uma mentira bem intencionada, pois ela apenas pretende seleccionar os passageiros mais persistentes, enfim, os verdadeiros amantes do Pico.
Dirija-se, depois, às Lajes do Pico e fique alojado, na Residencial Bela Vista, por exemplo. Aproveite o resto do dia para comprar artesanato e desfrutar das belíssimas esplanadas da vila baleeira.

2º dia
De manhã visite o Museu dos Baleeiros, o Forte de Santa Catarina e a antiga Fábrica da Baleia. À tarde faça whale watching numa das muitas empresas da vila. Se quiser partir de outro local, por exemplo da Horta, poderá aproveitar para, no final, sair nas Lajes, pois as baleias aparecem frequentemente neste local do Sul do Pico.



3º dia
De manhã visite o Museu do Vinho, Zona da Paisagem Protegida da Vinha e a Gruta das Torres. De tarde aproveite para tomar banhos de mar nas Lajes ou na Piscina de Santa Cruz.

4º dia
Visita ao Faial: Peça uma merenda na sua residencial. Se, por acaso, não souberam bem o que é, diga para telefonarem aos hotéis do Faial que costumam abastecer os seus clientes quando visitam o Pico, a fim de não consumirem nada na ilha.
No Faial, terra do famoso blogista Geocrusoe, admire a vista para o Pico e beba um gin no Peter. Também pode visitar o vulcão dos Capelinhos e a Caldeira.
Caso não pretenda ir, pode sempre consultar as imagens no blog Rota das Hortências e pedir na sua residencial água tónica, gelo, limão e gin (não do muito caro, para ser à Peter).

5º dia
Visite o resto da ilha, nomeadamente, Sta Cruz, Calheta de Nesquim, Piedade e o Museu da Baleia do Cais do Pico.

6º dia
Visita a S. Jorge: Apanhe o ferry logo de manhã e regresse à tarde. Visite as Velas, Calheta e algumas fajãs.
Em alternativa poderá subir a montanha do Pico.

7º dia
Pequeno-almoço na residencial. Em hora a confirmar localmente, transporte ao aeroporto. Após as formalidades de embarque, partida com destino a Lisboa.

Decerto que muitos lugares me escaparem nesta minha proposta de visita, por isso, desafiamos os blogs lepras: Lajes do Pico, Lepratecoma, Castelete, Lajes esta é a minha terra, e outros, como o Ardemares, Juliana Couto, Fiat Lux, S Mateus, Airpico, JMelo, Porto Novo, (Res)sentimentos, Ilhas do mar, Bordado de murmúrios, etc, e ainda, o Geocrusoe e Na Rota das Hortências, a fazerem os seus percursos.

10 comentários:

Mello disse...

Obrigada pela visita e comentário.

O Pico é lindo…
A vila das Lajes é muito acolhedora e cultural…
E o seu blogue é muito interessante…fala das Ilhas de Bruma!

Mariana Matos disse...

Agradeço o desafio. Já respondi. :)

Juliana Couto disse...

Bem... o meu seria assim se quisessemos condimentar com um pouco de arquitectura:

1.ºdia
viagem Terceira/Pico. Rumo em direcção a Sto. Amaro, descarregar bagagens na casa da D. Bernardete e correr logo ao cais para um mergulho. Resto do dia a descansar.

2.º dia
Visitar a Gruta das Torres pela manhã, na Criação Velha, concelho da Madalena. De regresso rumar pela costa norte, entre a Madalena e Sto.Amaro. Passar pelo cemitério de S. Roque e pelo edifício da nova Biblioteca (para ver como ficou depois de concluido).

3.ºdia
Tirar o dia para ir devagarinho até às Ribeiras, almoçar por lá e resto do dia preencher com banhos de mar nas piscinas das Ribeiras.

4.º dia
Lajes do Pico.
Passear a pé até fartar... Visitar o Museu dos Baleeiros, o Forte de Sta. Catarina, o Centro de Artes e Ciências do Mar e mais adiante a Ermida de Almagreira.
Regresso pelo interior da ilha.

5.º dia
Museu Do Vinho.
Costa sul, entre Madalena e Lajes do Pico com paragens para banhos sempre que apetecer.

6.º dia
Descansar todo o dia em Sto Amaro com banhos de mar no cais acompanhado de um bom livro. Visitar Centro de artesanato da freguesia.

7.º dia
Preparar para partir...

Jose Augusto Soares disse...

Caro Paulo Pereira

Desafio aceite.
Prefiro passar por cima das vicissitudes relacionadas com o transporte de Lisboa para o Pico, para não maçar ninguém...

Chegado ao Paraíso e desfeitas as malas (quando estas chegam com os passageiros), um mergulho na lagoa das Lajes, para matar saudades.
A sua "desapaixonada" viagem pouco deixou de fora nas Lajes, mas incluiria ainda uma visita à Ermida de São Pedro, uma subida à Ladeira para, ao lado do Castelete, poder apreciar uma panorâmica deslumbrante, e um almoço de linguiça e morcela com inhames, em qualquer restaurante.

Sempre acompanhado da máquina fotográfica, não perderia a Prainha do Galeão, o Porto Calhau, a Gruta das Torres, o Pocinho, a Areia Larga, a paisagem da vinha na Criação Velha, o Cachorro, Santo António, o Convento em São Roque, São Miguel Arcanjo, a mata da Prainha, a Manhenha, Calheta de Nesquim, Santa Cruz e novamente Lajes.
Depois, em dias de sol, embrenhar-me nas estradas secundárias, lá para cima, pelo mato, e desfrutar de paisagens deslumbrantes, o verde da terra e o azul do mar, ímpares.
Um dia no Faial. Ir na lancha das 8,30, alugar um carro na Horta, e dar à volta à Ilha. Sublime. Verá que à hora do almoço, estará novamente na Horta.
O mesmo para São Jorge. Mas aí, conselho de amigo: não tente almoçar no Topo. Qualquer outra alternativa é melhor.
Quer no Faial quer em S.Jorge, observar a imponência da Montanha do Pico.
Quando constatar que passou as últimas 50 férias anuais neste triângulo de bruma e encanto, poderá repetir tudo isto.
Notará que nunca esteve nestes lugares....

Jose Augusto Soares disse...

Peço desculpa, mas esqueci algo imperdoável.
Santo Amaro e o seu Museu do Artesanato.

Correcção feita.

F P disse...

Belo roteiro! sem dúvida que o Pico é lindo com muitos locais lindissimos. Aconcelho uma viagem pelo "caminho do mato", planalto central, onde se pode visualizar uma das maiores manchas de flora endémica dos Açores.
Quanto a uma ida ao Faial, vale a pena, é mesmo ali ao lado e tem um conjunto de paisagens unicas na região. Depois no regresso ao Pico e se por acaso for num sabado ao fim de tarde ou num domingo, recomendo que levem mesmo uma "merenda" para o Pico porque é extremamente dificil arranjar sitio onde comer....só se for um geladinho na barrakinha de madeira, que por sinal são muito bons, dentro do que temos!

ana teresa disse...

Não me sinto à altura de responder a este desafio, pelo facto de (ainda) não conhecer suficientemente bem as ilhas do triângulo. Tratei de as conhece bem, de visitar todos os (re)cantos e prometo responder a este desafio. Quiçá, talvez esteja para breve.

nanda disse...

Vou tentar... Obrigada pelo desafio.

geocrusoe disse...

só agora respondo ao desafio, pois por dificuldades de tempo não foi possível antes, só que vou enverdar por um caminho bem diferente.
Imagino-me turista residente fora destas ilhas que se converteu ao denominado triângulo, opto por programar as minhas férias nestas ilhaS e decido-me dirigir a uma agência de viagens ou à internet (embora por norma prefira a segunda modalidade, neste caso é indiferente).
Primeiro descubro que existem 2 entradas externas directamente no triângulo (Faial e Pico) em função da data e hora escolho a porta que melhor se adequa aos meus objectivos (sei que alguns dirão por frequência será pelo faial, mas não obrigatoriamente).
Depois de agendar o avião para chegar e sair começam os meus problemas:
1.º Não consigo numa única reserva programar alojamento nas 3 ilhas de um único triângulo, terão de ser 3 reservas diferentes, onde a interajuda possível dos hoteis ao seu hóspede nesta deslocação não é possível programar previamente e terei ainda que fazer no mínimo 3 check-in e 3 check-out, com 3 pagamentos separados.
2.º Não consigo efectuar reservas de barco interilhas, só no local e com tempo de espera em bichas e sem qualquer guia que coordene estas ligações de uma forma integrada ou situações de conforto.
3.º Impossível efectuar uma única reserva de rent-car, pois as empresas podem-se conhecer e por vezes ter relações privilegiadas, mas não articulam as suas reservas, terei de efectuar pagamentos 3 vezes, escolher 3 empresas sem nenhuma filosofia integrada para tornar a minha estadia agradável e com o mínimo de incómodos.
4.º Não consigo identificar os restaurantes que ficam próximos dos meus locais a visitar, nem existem cartas de recomendação prévia, vou à sorte arriscando-me a querer um jantar de sonho e acabar num tasco de higiene ou ambiente duvidoso.
Como gosto de aventura mesmo assim arrisco, na minha viagem salva-se a beleza do conjunto natural, 3 ilhas lindíssimas, pois a realidade turística do triângulo é uma mera miragem de serviços que concorrem rancorosamente entre si para mal-estar do visitante.

Infelizmente não é esta desarticulação que convida o visitante a escolher o Triângulo, nem este a ganhar a concorrência com outros destinos mais baratos (menos bonitos), mas com um sistema de marketing e de sinergias muito mais profissional e inteligente.
O potencial do Triângulo existe, falta criá-lo na prática.
Existem desconfianças é certo e dificeis de ultrapassar, alguns passos são difíceis e podem gerar desconfianças iniciais, mas há que lutar para tornar o TRIÂNGULO NUMA REALIDADE UNA EM PROL DO DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO DAS ILHAS DO FAIAL, PICO E SÃO JORGE!

maria jose disse...

pela primeira vez conheci fui a uma ilha dos açores ao pico ja tenho saudades nao sei se consegia la morar mas uma semana e deslubrante e as pessoas de s amaro sao maravilhosas sao humildes sao sinpaticas o muito obrigado pelo acolhimento e quando quiseren venhan a vizela serao muito ben recebidos xau e beijinhos