Ocorreu recentemente a canonização de D. Nuno, a qual foi aclamada, pasme-se, por gentes de todos os partidos, para além dos partidários de D. João.Nunca houvera tão unânime aclamação, feita por gentes tão diferentes, oriundas das mais diversas famílias e quadrantes.
O que só demonstra a autenticidade do santo. Pois só aos santos que são santos, diz o povo, é concedido tão grande milagre.
Uns terão dado o seu apoio por convicção, enquanto que outros, certamente, pela sua condição de súbditos.
E ainda outros poderão tê-lo feito com o intuito de derrubar uma qualquer Leonor Teles circunstancial, ou mesmo uma desafortunada Beatriz que, embora sem culpa, está mais à mão.
Mas tende cuidado, ó hereges, não glorifiquem em demasia o agora santo.
Lembrem-se que D. Nuno ainda vive, que mais não seja no espírito de todos os seus fiéis, e ainda há-de empunhar a espada para travar a batalha derradeira.
Por isso, será melhor que cada congregação, nas suas manobras, exalte apenas o seu padroeiro, pois não vá o agora santo tornar-se um imparável milagreiro e converter todo o reino a eito.


Cláudio Lopes, deputado picaroto do PSD, reconheceu que os melhoramentos no aeroporto do Pico foram “uma obra emblemática”. “O governo fez a estrutura mas não atingiu os objectivos”concluiu.
Artur Lima, do CDS-PP, pronunciou-se afirmando que o “Pico está prejudicado nas acessibilidades porque não há uma politica de transportes aéreos”.
Lizuarte Machado, do PS, defendeu que, quanto ao aeroporto, quer ver a Sata “mais envolvida neste processo” e defendeu o aumento de voos para o Pico.





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